a escuta da pedra – aprender desaprender




O título é inspirado no poema “A educação pela pedra” do poeta pernambucano João Cabral de Melo Neto. Os versos “No Sertão a pedra não sabe lecionar/ e se lecionasse, não ensinaria nada” sugerem o interesse principal da mesa, que é o de questionar os processos educacionais formais, buscando maneiras de ensinar que partam da escuta de agentes que dentro dos parâmetros formais não estariam aptos a lecionar. As palestrantes e palestrante convidados têm trajetórias distintas e complementares sobre processos de ensino e aprendizado não horizontais e abrirão a reflexão aos presentes para que juntos aprendam a desaprender.

Caroline Farias Leal Mendonça
Indigenista e antropóloga. Atua junto aos povos indígenas e comunidades quilombolas no estado de Pernambuco no campo dos direitos territoriais e do direito à educação intercultural básica e superior. Além da atuação como pesquisadora, possui experiência com processos de formação de professores/as indígenas e quilombolas, formulação, monitoramento e avaliação de políticas públicas específicas para povos indígenas e comunidades quilombolas na região Nordeste nas áreas de educação, gênero e território.

Janaína Melo
Graduada em História (UFMG) e pós-graduada pela Escola Guignard (UEMG). É Gerente de Educação do Museu de Arte do Rio/Escola do Olhar – MAR. Foi curadora de Arte e Educação do Instituto Cultural Inhotim, Brumadinho [2007-2012], professora de Crítica de Arte da Escola Guignard UEMG [2010-2012] e coordenadora de Artes Visuais do Museu da Pampulha [2004-2007]. Curadora do projeto Atelier Aberto da Escola Guignard da UEMG [edições 2010-2012].

Jorge Menna Barreto
Artista e pesquisador, há 18 anos deixa que o lugar determine aquilo que irá construir e, mais recentemente, o que irá comer. Professor adjunto no Instituto de Artes da UERJ (Rio de Janeiro – RJ) e doutor em Poéticas Visuais em Artes pela USP (São Paulo – SP). Recentemente concluiu um Pós-doutorado na UDESC (Florianópolis – SC), onde se dedicou a investigar relações possíveis entre agroecologia e as práticas site-specific em arte.

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