Paulo Nazareth (BR)

Paulo Nazareth (BR)


Paulo Sergio da Silva, por batismo, nasceu em Governador Valadares, Minas Gerais, em 1977. Juntou lavagem para porcos nos anos 1980, vendeu ferro-velho, feijão, urucum e limão, cuidou de porcos e de cachorros. Via o trem atravessar a cidade do alto do Morro do Carapina. Limpou a privada para o presidente dos EUA durante o primeiro encontro da Área de Livre Comércio das Américas. Teve visto negado para os EUA no final dos 1990. Entrou para a Escola de Belas Artes em 1999. Foi aluno de Mestre Orlando. Vive e trabalha na grande Belo Horizonte. Paulo foi o artista selecionado para o intercâmbio entre o JA.CA e a Bienal do Harlem/RU em Nova York. Ele recebeu o visto americano em março de 2011 e sua residência será financiada pela galeria Mendes Wood.

www.artecontemporanealtda.blogspot.com




Emissário no Programa de Residências Internacionais – 2011 – Projeto : banana traveling _____ [banana+banana]

“Projeto : banana traveling _____ [banana+banana] partir desde os altiplanos guatemaltecos em direção a península da florida/usa dirigindo uma Kombi [Volkswagen amarela 1964] carregada de bananas verdes que se tornam amarelas no decorrer do trajeto…….. junto com um indígena kachequel percorrer e pintar a paisagem do caminho feito pelos imigrantes centro americanos até chegar aos Estados Unidos da América … objeto 1 —- kombi amarela carregada de bananas verdes se tornando amarelas [modelo 1964] objeto 2 —- Kombi verde carregada de bananas verdes se tornando amarelas [modelo 1977] = 1000 KL eh depositado no mercado de arte contemporânea ……………………….. ……………………..”


Programa de Residências Internacionais – 2010 – Jardim Roubado

Paulo Nazareth iniciou a residência com um projeto intitulado Jardim Roubado, que trata de questões que circundam não somente o mundo da arte, mas qualquer atividade que se realiza sobre o mundo que concebemos. Este projeto se ramificou em outros projetos que podem, por sua vez, vir a ser ramificados sucessivamente. Cada fragmento deve ter a propriedade de ser visto isolado ou como parte de um todo fragmentado. Paulo desenvolveu uma série de ações que resultaram em um número indeterminado de situações, envolvendo o artista, o local e os habitantes do bairro.

Entre elas, Cabrito não é Pavão, em que o artista introduziu um casal de cabras ao contexto da arte contemporânea, um díptico vivo instalado no espaço da galeria; já a ação Doação de obra de arte para a casa da Ivete, para só a Ivete e seus amigos verem retira a obra de arte do espaço expositivo e dos olhares do público para a casa da Ivete, moradora do Jardim Canadá, e condiciona à obra o valor privado, de um objeto de colecionador. Seguindo com as suas “Edições”, ele apresenta uma nova série de gravuras e impressões intituladas Coleção Produtos de Genocídio. Em seu trabalho, o artista faz ocupações de diferentes espaços propondo inúmeros deslocamentos e subversões do próprio conceito de objeto de arte, do valor agregado a este, e dos limites e distinções deste em relação à vida cotidiana.

Jardim Canadá
Centro de Arte e Tecnologia

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