CIDADES TRANSBORDADAS

CIDADES TRANSBORDADAS




O projeto CIDADES TRANSBORDADAS inicia nesta semana a sua fase final, com a vinda de André Severo (Porto Alegre) e Yana Tamayo (Brasília) para uma curta residência no JA.CA. Ao lado de um integrante do JA.CA, cada um deles esteve durante uma semana em uma outra capital planejada do Brasil. Em setembro, Yana visitou Palmas (TO) e, em novembro, André percorreu Teresina (PI). Agora, em BH, irão tratar das investigações realizadas nas viagens em oficinas abertas ao público, além de trabalharem no desenvolvimento da plataforma do projeto.

+++ MAIS SOBRE XS CONVIDADXS +++

// ANDRÉ SEVERO // Nascido em 1974, vive e trabalha em Porto Alegre. Mestre em poéticas visuais pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, iniciou, em 2000, ao lado de Maria Helena Bernardes, as atividades de AREAL, projeto que se define como uma ação de arte contemporânea deslocada que aposta em situações transitórias capazes de desvincular a ocorrência do pensamento contemporâneo dos grandes centros urbanos e de suas instituições culturais. Em 2004 publicou Consciência errante, quinto volume da série Documento Areal. Em 2007 elaborou, conjuntamente com Cláudia Vieira, Grady Gerbracht e Paula Krause, o projeto Lomba Alta, um programa de residência que se utilizava do espaço físico de uma fazenda, em plena atividade, na região central do Rio Grande do Sul. Em 2008 inaugurou, conjuntamente com Marcelo Coutinho, o projeto Dois vazios, que almeja alcançar não somente o encontro de duas linguagens artísticas (cinema e artes plásticas), mas também o embate entre duas vastas paisagens brasileiras: os pampas da região Sul e o sertão da região Nordeste. Em 2009, como parte de seu envolvimento no Projeto Pedagógico, da 7a Bienal do Mercosul publicou, Histórias de península e praia grande/Arranco, trabalho realizado em parceria com Maria Helena Bernardes. Em 2010 lançou Soma, uma experiência audiovisual que trata do encontro de indivíduos movidos pelo impulso da errância; e foi responsável, também em parceria com Maria Helena Bernardes, pela curadoria da mostra Horizonte expandido. Em 2012, convidado por Luis Pérez-Oramas, foi curador associado da XXX Bienal de São Paulo – A Iminência das Poéticas e publicou o livro Deriva de sentidos. Em 2013, também com Luis Pérez-Oramas, foi responsável pela co-curadoria da exposição Dentro/fora que compôs a representação brasileira na 55ª Bienal de Veneza. Entre suas premiações mais recentes destacam-se o V Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, em 2010; o Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça – 6ª Edição, em 2013; o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2014, em 2014 e o XV Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia 2015, em 2015.

// YANA TAMAYO // É artista visual, educadora e curadora independente. Desde 2015 é gestora da Nave arte | projeto | pesquisa, espaço independente onde desenvolve projetos de pesquisa e formação em arte, curadoria e execução de exposições junto a Dani Estrella e Cecília Bona. Doutora em Arte na linha de pesquisa Poéticas Contemporâneas pela Universidade de Brasília – UnB [2015], é mestre pela mesma instituição e linha de pesquisa [2009] e especialista pela Universidad Complutense de Madrid [2006] com o Máster de Teoría y Práctica en Artes Plásticas Contemporáneas. Graduou-se em Artes Plásticas pela Escola de Belas Artes da UFMG [2003]. Como artista, produz e expõe com regularidade desde 2003. Atua simultaneamente elaborando programas educativos para exposições, como professora e curadora. Integra, desde 2012, o grupo Entrebloco. Vive e trabalha em Brasília.

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