BOLSA PAMPULHA 2018/2019

BOLSA PAMPULHA 2018/2019




BOLSA PAMPULHA

O Salão Nacional de Arte de Belo Horizonte teve sua origem nos anos 1930 e, ao longo de oito décadas de existência, sempre com periodicidade bienal, foi se modificando. Em 2003, seu modelo foi transformado no Programa Bolsa Pampulha. A última edição foi a de 2015/2016.

Criado por Adriano Pedrosa, quando curador do Museu de Arte da Pampulha, o programa provoca discussão crítica sobre a prática dos artistas, propicia o intercâmbio cultural, experimentações e pesquisas entre artistas de uma nova geração, colocando Belo Horizonte nos importantes debates sobre a arte contemporânea.

Desde a sua criação, o Bolsa Pampulha tornou-se referência, projetando diversos nomes nacional e internacionalmente, como Cinthia Marcelle, Paulo Nazareth, Marilá Dardot, Janaína Wagner, Rafael RG, Marcellvs L, entre outros.


MUSEU DE ARTE DA PAMPULHA

Projetado para ser cassino no início da década de 1940, sob a administração do prefeito Juscelino Kubitschek, o “Palácio dos Cristais” foi o primeiro projeto de Oscar Niemeyer para o Conjunto Arquitetônico da Pampulha. Foi somente em 1957, 11 anos depois da publicação do decreto de lei que proibiu a prática e exploração de jogos de azar em todo o território nacional, que o cassino recebeu, oficialmente, uma função cultural.

Com o estímulo do empresário de comunicação e mecenas Assis Chateaubriand, foi criado o Museu de Arte da Pampulha, a partir da Lei Municipal nº 674, de 23/12/1957. Nessa época, as políticas públicas culturais em Belo Horizonte eram gerenciadas pelo então Departamento de Educação e Cultura, que se encarregava, entre outras competências, de administrar os Salões de Belas Artes.

Em 1969, ao passar a receber obras de artistas de todo o país, os Salões Municipais de Belas Artes passaram a ser denominados Salão Nacional de Arte Contemporânea de Belo Horizonte. Os melhores trabalhos eram expostos no Museu da Pampulha, que passava a incorporá-los ao seu acervo, formado hoje por cerca de 1.500 obras. Destacam-se trabalhos de Alberto da Veiga Guignard, Emiliano Di Cavalcanti, Ivan Serpa, Tomie Ohtake, Franz Weissman e Amilcar de Castro, além de uma significativa coleção de gravuras brasileiras, com importante produção de Oswaldo Goeldi. É um equipamento gerido pela Fundação Municipal de Cultura, único museu de arte do município.



BOLSA PAMPULHA 2018/209

O JA.CA, desde sua fundação, executa e gere projetos que se alinham em dois principais eixos: atividade de formação e educação em artes; e pesquisas em arquitetura, urbanismo e design. É responsável, desde 2018, pelo Programa Educativo do Centro Cultural Banco do Brasil em suas quatro sedes (Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo). Este ano a Organização da Sociedade Civil foi selecionada pela Prefeitura de Belo Horizonte por meio de edital, lançado em julho de 2018, para atuar como parceira na produção do 33º Salão Nacional de Arte / 7º edição do Bolsa Pampulha, no Museu de Arte da Pampulha.

A partir de uma chamada aberta, lançada em dezembro de 2018, 10 artistas foram selecionados para compor o corpo de bolsistas desta edição do Bolsa Pampulha: Alex Oliveira, Guerreiro do Divino Amor, Davi de Jesus do Nascimento, Dayane Tropicaos, Gê Viana, Sallisa Rosa, Sara Lana, Simone Cortezão, Ventura Profana e Desali.

Nesta edição o JA.CA, junto à Fundação Municipal de Cultura, através do Museu de Arte da Pampulha, propõe uma programação aberta ao público com ações mensais. Oficinas serão conduzidas por artistas visitantes, e falas abertas pelas curadoras convidadas para a comissão de acompanhamento. As ações serão distribuídas entre o Museu de Arte da Pampulha, Casa do Baile e Casa Kubitschek.


Para mais informações, acesse: www.bolsapampulha.art.br


Jardim Canadá
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