Bolsa Pampulha 2018/2019 | Fala de Júlia Rebouças

Bolsa Pampulha 2018/2019 | Fala de Júlia Rebouças




Sertão: Projetos de experimentação, projetos de resistência

Entre os dias 7 e 9 de junho de 2019, de sexta a domingo, o Museu de Arte da Pampulha recebeu o segundo encontro imersivo entre os artistas contemplados pelo Bolsa Pampulha 2018/2019 e os integrantes da comissão de acompanhamento do programa – Augusto Fonseca, Beatriz Lemos, Júlia Rebouças, Mônica Hoff e Samantha Moreira.

Ao longo dos dois primeiros dias do encontro, os artistas compartilharam os passos e planos traçados em direção às próprias pesquisas, estabelecendo diálogos e recebendo críticas, considerações e sugestões dos integrantes da comissão em relação ao desenvolvimento dos trabalhos.

No último dia da imersão, a curadora e pesquisadora Júlia Rebouças levou ao Museu de Arte da Pampulha uma ampla reflexão sobre a brasilidade e as identidades brasileiras a partir da curadoria do 36º Panorama da Arte Brasileira, exposição bienal tradicionalmente realizada pelo MAM São Paulo. Com curadoria de Júlia e início marcado para 18 de agosto de 2019, a exposição traz como título a palavra “Sertão”, buscando ampliar seus sentidos e reverberar os múltiplos saberes que constituem o contraponto do Brasil moderno.

Julia é curadora, pesquisadora e crítica de arte. Foi co-curadora da 32a Bienal de São Paulo, Incerteza Viva (2016). De 2007 a 2015, trabalhou na curadoria do Instituto Inhotim. Colaborou com a Associação Cultural Videobrasil, nos 18º e 19º Festivais Internacionais de Arte Contemporânea SESC_Videobrasil. Em 2013, foi curadora adjunta da 9ª Bienal do Mercosul, em Porto Alegre.



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